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gabinete
Novo encontro na sexta-feira (22), vai discutir saída da macrorregional da Celesc de Tubarão

Publicado em 20/02/2019 às 16:20 - Atualizado em 20/02/2019 às 16:41


Créditos: Ramires Sartor Linhares/Decom/PMT Baixar Imagem

A mudança da macrorregional da Celesc, de Tubarão para Criciúma, foi o tema principal da reunião realizada na manhã desta quarta-feira (20), na ACIT.

 


Lideranças da região, dentre elas, o presidente ACIT, Edson Martins Antônio; o prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli; o presidente da Câmara de Vereadores de Tubarão, Jairo Cascaes e o presidente da Amurel, prefeito de Braço do Norte, Roberto Kuerten Marcelino; tentam entender os motivos que levaram o governo do Estado a mudar a decisão já divulgada, de que a macrorregional da Celesc ficaria em Tubarão.

 

Dias depois do anúncio, o governo do Estado voltou atrás e informou que a unidade será instalada em Criciúma. “Queremos que eles nos expliquem os motivos, que nos informem que encaminhamento é este, como será essa nova estrutura, o que pretendem?”, indaga o prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli.

 

Para obter o parecer oficial do governo e da presidência da Celesc, ocorre na próxima sexta-feira (22), às 10 horas, na ACIT, um novo encontro, que deve contar com a presença do presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins. “O objetivo é reverter a mudança da regional, mantendo-a em Tubarão, diante da grande demanda existente e assim resguardarmos os direitos e as necessidades de Tubarão, em questões como abastecimento de energia elétrica, melhoria de rede, ampliações e vários outros problemas cuja solução é sempre demorada”, afirma Ponticelli.

 

Também estão confirmadas as presenças dos deputados estaduais Felipe Estevão e Volney Weber, que representam a região e não participaram de reunião anterior onde outros deputados estiveram presentes, quando se definiu a mudança. Os deputados estaduais que assinaram o documento para a mudança da regional para Criciúma foram: Ada de Luca, Rodrigo Minotto, Jessé Lopes, Luiz Fernando Vampiro e Zé Milton.

 

Para o presidente da ACIT, “esta é uma questão que precisa ser resolvida, já que as empresas dependem de respostas rápidas por parte da estatal, levando em conta que energia é vital para seus negócios”. O presidente da Amurel, Roberto Kuerten Marcelino salienta que “cortar gastos é importante, mas não se pode colocar em risco a qualidade dos serviços”. Já o presidente da Câmara de Vereadores, Jairo Cascaes, espera o envolvimento de toda a comunidade e das lideranças, para reverter a situação.


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